quinta-feira, 5 de março de 2009

Hora do Planeta

Junte-se a nós agora!
O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global. Muitos países como Austrália, França, Estados Unidos e China já se juntaram ao movimento. No Brasil, a Hora do Planeta já conta com a adesão oficial da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com o prefeito carioca, Eduardo Paes, serão desligadas as luzes de ícones da cidade, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana.Além da Prefeitura do Rio de Janeiro e do Ministério do Meio Ambiente, a Hora do Planeta recebeu a adesão de autoridades e representantes de diversos segmentos sociais, entre eles os atores Camila Pitanga, Victor Fasano, Cynthia Howlett e Reynaldo Gianecchini. Você também pode participar. Sábado, 28 de março, às 20h30.Em 2009, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.Participe você também. É simples. Apague as luzes da sua sala.

Conserve o seu planeta. Ainda dá tempo.O ano de 2009 é crucial para o futuro do planeta, pois os países precisam assinar um acordo internacional com medidas para combater o aquecimento global. Será um ano de mobilização para que os países finalmente assinem, na 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, na Dinamarca, um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa.No Brasil, o desmatamento das nossas florestas – principalmente Amazônia e Cerrado –, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal causador do aquecimento global. No entanto, as emissões de outras fontes, como agricultura, energia elétrica, entre outras, não devem ser menosprezadas dentro de um caminho de desenvolvimento limpo.

Fonte: WWF-Brasil

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Espião Ambiental (O Globo)

O jornal "O Globo" de hoje publicou uma reportagem sobre um satélite que parte hoje para investigar o destino do principal gás do efeito estufa. De acordo com a reportagem, trinta bilhões de toneladas de dióxido de carbono são lançadas na atmosfera a cada ano devido à queima de combustíveis fósseis.

Leia mais na página 17.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A dieta do clima

(Publicado no Jornal O Globo, 11/2/2009 - Caderno Ciência - pág. 28)
Coma menos carne e combata o aquecimento Das centenas de dietas criadas nos últimos anos esta, certamente, é a mais politicamente correta de todas: siga seus preceitos e ajude a salvar o planeta do aquecimento global. De quebra, ganhe uma vida mais saudável e, quem sabe, alguns quilos a menos.É a dieta com baixos teores de carne vermelha, no máximo 400 gramas por semana.Se for adotada no mundo todo, calculam especialistas, a redução de emissões de gases-estufa seria da ordem de 10%, uma economia de nada menos que US$ 20 trilhões nos custos do combate às mudanças climáticas — cerca da metade do valor total necessário para tal tarefa em 2050.A diminuição da criação de animais seria uma forma natural de diminuir as emissões e reduzir os investimentos em outras formas mais caras de combate aos poluentes.O estudo realizado por especialistas da Agência de Impacto Ambiental da Holanda concluiu que os hábitos alimentares modernos — calcados numa dieta muito rica em carne vermelha — têm um impacto significativo no aquecimento do planeta.E a redução do consumo de carne bovina, de porco, de frango e ovos criaria um novo sorvedouro de dióxido de carbono.Pode não parecer óbvio de imediato, mas a criação extensiva de animais tem um grande impacto no clima. Em primeiro lugar, porque quanto mais a dieta global for baseada no consumo de carne, maior terá que ser a criação e, portanto, a área que deixaria de ser ocupada por vegetação — que, naturalmente, absorve carbono.A flatulência dos bois e o metanoAlém disso, para alimentar os animais, há uma ampliação no cultivo de grãos, o que geralmente demanda o uso de energia geradora de emissões poluentes. Para se ter uma ideia, a produção de um único quilo de carne bovina demanda o gasto de 15 quilos de grãos e 30 quilos de forragem.Por último, mas não menos importante, há a questão da flatulência.O principal gás expelido pelos extensos rebanhos mundiais é o metano — um dos principais responsáveis pelo efeito estufa.O grupo responsável pelo novo estudo, coordenado por Elke Stehfest, calculou o impacto do consumo de carne no custo da estabilização dos níveis de CO2 na atmosfera em 450 partes por milhão — um padrão que, segundo muitos cientistas, é necessário para prevenir graves alterações climáticas, como secas frequentes e elevação do nível dos mares.Se os hábitos alimentares não se alterarem, em 2050, para alcançar esse nível de dióxido de carbono, as emissões teriam que ser reduzidas em dois terços , o que custaria aproximadamente US$ 40 trilhões.Mas, se a população mundial passar a seguir uma dieta pobre em carne vermelha — definida como 70 gramas de carne bovina e 325 gramas de frango e ovos por semana — cerca de 15 milhões de quilômetros quadrados de área ocupada pela criação de animais seria liberada para vegetação.As emissões de gases do efeito estufa seriam reduzidas em 10% com a queda do número de animais. Juntos, esses impactos reduziriam em 50% os custos do combate às mudanças climáticas em 2050.Os cientistas sugerem que, para ajudar os consumidores, o custo ambiental da carne — ou o volume de emissões de CO2 e metano por porção — seja incluído nos rótulos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Cedae leva consciência ambiental ao mundo da moda em evento no Fashion Business

Além de ter contato com as últimas tendências da moda, os visitantes da 13ª edição do Fashion Business também poderão conhecer mais sobre a importância do uso consciente de água. É o projeto “ABUSE”, uma parceria da Nova Cedae com o Clube de Estilo (showroom de lançamentos da moda para a estação). As ações serão realizadas durante o evento, que acontece nos dias 13 a 16 de janeiro, na Marina da Glória, Rio de Janeiro, consecutivamente ao evento de moda Fashion Rio.

O estande do Clube de Estilo terá a água como tema. No local, uma miniestação de tratamento de água (mini-ETA) da Cedae será operada por um técnico da Companhia, que explicará como funciona todo o processo de captação e tratamento da água até a chegada às torneiras. Também serão distribuídos copos de água da Cedae aos visitantes do evento, além de folhetos sobre o uso racional da água.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Cedae

Ministro do Meio Ambiente quer implantar em todo o país vistoria ambiental dos carros particulares

Segundo Carlos Minc, a quantidade de poluentes emitida pelos veículos será medida no momento do licenciamento anual.

O ministro do Meio Ambiente anunciou que vai implantar este ano em todo o país a vistoria de emissão de poluentes nos veículos particulares. Segundo Carlos Minc, a medida faz parte do "Plano Nacional sobre Mudança do Clima", lançado no ano passado pelo governo federal. Uma das diretrizes do plano é reduzir as emissões de dióxido de carbono no Brasil em quatro bilhões e oitocentos milhões de toneladas até 2017, com a redução gradual do desmatamento.
Acompanhe a matéria do repórter Julio Lubianco durante a programação da CBN desta terça-feira, 13 de janeiro.

Mau cheiro na orla de Copacabana está prestes a acabar

Uma antiga reivindicação dos moradores da Zona Sul do Rio e dos frequentadores da praia de Copacabana em geral começa a ser atendida na próxima terça-feira. Nesse dia, o governador do Estado, Sérgio Cabral, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando de Souza Pezão, e o presidente da Nova Cedae, Wagner Victer, vão assinar, durante um café da manhã, no Hotel Miramar, o contrato para início das obras de reforma e instalação de equipamentos para eliminação de odores da elevatória de esgotos de Parafuso, na Avenida Atlântica (Posto 5), na orla de Copacabana.

“Com o início da instalação do novo sistema, que foi uma determinação do governador Sérgio Cabral, a Nova Cedae não está apenas proporcionando saúde com o tratamento de esgoto do bairro mais famoso do Rio, mas também demonstra que estamos preocupados com a qualidade de vida das pessoas que frequentam a praia de Copacabana e com o incremento constante do turismo. Estamos implantando uma ação que interfere diretamente na melhoria do cotidiano da nossa cidade com a eliminação do mau cheiro desta elevatória que já existe há décadas na orla de Copacabana”, afirma o presidente da Nova Cedae, Wagner Victer.

O sistema de controle de odores funcionará por meio da lavagem química dos gases provenientes da decomposição da matéria orgânica do esgoto bombeado pela estação elevatória de Parafuso. O equipamento captará os gases odoríferos que serão encapsulados e encaminhados a um potente sistema de lavagem, que trabalha em três etapas. Na primeira etapa, os gases serão lavados através de um sistema alcalino. Depois, passam por uma etapa de lavagem com hipoclorito para finalmente serem levados pelo carvão ativado. Após a lavagem, os gases são devolvidos ao meio ambiente. Além da instalação do sistema de controle de eliminação de gases odoríferos, a estrutura da elevatória passará por um reforma, mudando totalmente o antigo layout da unidade.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Cedae

Estado instala o Inea e lança nova política ambiental

Uma política ambiental com menos burocracia, mais agilidade e rigor técnico. Assim o governador Sérgio Cabral resumiu o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que instalou com a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, nesta segunda-feira (12/01), em concorrida cerimônia.

O Inea – que unifica a Serla, Feema e IEF, que foram extintas - nasce com sede própria: um prédio especialmente adquirido, situado na Avenida Venezuela, 110, Praça Mauá, onde também fica a Secretaria Estadual do Ambiente (SEA).

O Instituto permitirá simplificar e agilizar a concessão de licenças ambientais. O Inea terá Corregedoria autônoma, ligada à Presidência, e uma ouvidoria que poderá receber, por exemplo, denúncias de má conduta dos agentes, de forma a garantir a lisura no processo de emissão de licenciamentos ambientais.

Segundo o governador, que assinou decreto que estabelece a estrutura organizacional do Inea, o Instituto tem como desafio integrar a política ambiental do estado e atender às demandas da sociedade nas questões ambientais.

"Teremos um órgão fortalecido, que permitirá simplificar e agilizar a concessão de licenciamentos ambientais. O órgão nasce, trazendo quadro de pessoal renovado com 214 novos servidores, selecionados em concurso público realizado pela primeira vez na história ambiental do Rio. É um ganho de qualidade extraordinário – afirmou o governador, ao lado do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

Na solenidade, a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, assinou ato de posse do presidente do Instituto, Luiz Firmino Pereira, do vice-presidente, Paulo Schiavo e dos diretores de Licenciamento Ambiental, Ana Cristina Henney; de Informação e Monitoramento Ambiental, Luiz Reckmaier; de Biodiversidade e Áreas Protegidas, André Ilha; de Gestão das Águas e do Território, Rosa Formiga; de Recuperação Ambiental, Carlos Abenza; e de Administração e Finanças, Marcus Vinícius.

Marilene destacou que uma das muitas novidades do INEA é a sua atuação descentralizada por meio de suas nove Superintendências Regionais correspondentes às regiões hidrográficas do Estado, integrando assim a gestão ambiental e a de recursos hídricos. As Superintendências regionais terão autonomia, inclusive, para expedir licenças ambientais para atividades de pequeno porte.

"A instalação do Inea é exatamente a prova de que a área ambiental do estado é uma prioridade do governador Sérgio Cabral. O Instituto nasce com muitos desafios: compatibilizar desenvolvimento e meio ambiente, reverter o quadro de degradação ambiental no Estado; ampliar a cobertura vegetal de remanescentes da Mata Atlântica no território fluminense de 20% para 26% até o final do governo Sérgio Cabral", afirmou Marilene Ramos.

O presidente do Inea, Luiz Firmino, afirmou que o Instituto nasce não como mera fusão dos órgãos ambientais, mas como um instituto inovador.

"O Inea trará novidades na área de monitoramento e informação: vamos ter um centro de controle operacional instalado neste prédio, cujas informações estarão disponíveis em tempo real. Vamos ter um setor de gestão das águas e território. Pela primeira vez, termos um meio ambiente seco e um meio ambiente molhado integrados na mesma mesa. Hoje, com as políticas separadas em instituições diferentes, há casos de, por exemplo, ao definirmos o enquadramento para um corpo hídrico, o uso do solo ao redor é totalmente incondizente com esse enquadramento. Então, o Inea tem o desafio de executar aquilo que, de fato, possa ser concretizado. Além disso, o Inea terá contratos de gestão: os setores que conseguirem, por exemplo, reverter quadros de degradação, poderá ser melhores remunerados ao longo do ano para cumprir metas", explicou Firmino.

O ministro Carlos Minc ressaltou que a criação do Inea é um feito histórico para o estado do Rio.

"Várias das idéias do Inea serão levadas para Brasília como mais agilidade e maior rigor na concessão de licenciamentos ambientais. Só no ano passado, conseguimos aumentar em 40% o número de concessões de licenças ambientais no país- destacou Minc.

"É muito importante que a sede do Inea seja aqui na Praça Mauá, já que temos projeto para a revitalização esta região. Estas iniciativa é elogiável, um feito histórico", comentou o prefeito Eduardo Paz.

Também participaram da mesa de abertura, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, o presidente da Firjan, Eduardo Gouveia Vieira, o secretário estadual da Casa Civil, Regis Fichtner e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

Balanço ambiental

Durante a cerimônia, a secretária Marilene Ramos fez um balanço das ações na área ambiental desde o início do governo Sérgio Cabral. Entre as quais, destacou o aumento do número de concessões de licenças ambientais. Em outubro de 2008, havia 6.120 processos ambientais parados na Feema.

"Fizemos uma força-tarefa e conseguimos, nesses dois meses, despachar 3.820 processos de licenciamento. Na Serla, tínhamos 2.601 processos de pedido de licenciamento ambiental e conseguimos zerar esses processos. A nossa meta, com a criação do Inea, é duplicar a concessão de licenças ambientais. Em 2008, concedemos 500 outorgas. Ampliamos de 120 mil hectares para 165 mil hectares o quantitativo de áreas protegidas no Estado", explicou Marilene Ramos.

A secretária também apresentou um balanço de investimentos para a área ambiental. Em 2007, os recursos eram de R$ 35 milhões; em 2008, R$ 64 milhões.
"A previsão de investimentos para 2009 é de R$ 100 milhões", acrescentou Marilene Ramos.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual do Ambiente