sábado, 1 de agosto de 2009

Ministro do Meio Ambiente lança campanha "Saco é um Saco" no Rio

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, lançam, na segunda-feira (dia 3 de agosto), a Campanha "Saco é um Saco", com os moradores da comunidade da Maré, em Bonsucesso. Os moradores vão trocar sacolas plásticas por bolsas feitas de material reutilizável. O ato consolida o projeto de lei - que obriga estabelecimentos comerciais a substituírem gradualmente os sacos plásticos - sancionado no final do mês passado pelo governador Sérgio Cabral, por meio do seu vice-governador Luiz Fernando Pezão. Segundo a secretária Marilene Ramos, os estabelecimentos comerciais que fazem uso das sacolas plásticas terão de seis meses a três anos para efetuar a substituição, a contar da entrada em vigor da lei.
* Ouça a entrevista com a secretária Marilene Ramos no CBN Rio desta segunda-feira, a partir das 10h15.

Banco do Brasil lança seu edital para selecionar projetos de patrocínio

O Banco do Brasil (BB) abriu inscrições para projetos de patrocínio a iniciativas na área socioambiental, entre outras. Desde o dia 28 de julho, empresas de todo o País interessadas em apresentar seus trabalhos poderão fazê-lo por intermédio do site www.bb.com.br/patrocinios, que traz o edital com informações completas sobre os pré-requisitos e critérios de seleção. O prazo para se candidatar vai até o dia 28 deste mês. Os projetos selecionados integrarão a programação de atividades do banco em 2010.

domingo, 21 de junho de 2009

Concurso IBRAM

O Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal (IBRAM) vai selecionar cem novos servidores para cargos de nível médio e superior. As remunerações serão de R$2.936,35 e R$4.352,36, respectivamente. As inscrições, via internet, vão até terça. As taxas são de R$ 70 (superior) e R$ 50 (médio), com pagamento até quinta. Informações: www.cespe.unb.br

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Oficina de Práticas de Educação sobre Lixo

Objetivo: Capacitar educadores e ambientalistas para a utilização de atividades lúdicas - tais como jogos, brincadeiras e dinâmicas de grupo - que tratam dos problemas do lixo e das possíveis soluções.

Data: 16 de maio de 2009 (sábado)
Horário: de 8h45 às 17h.
Inscrições: de 11 a 13 de maio
Valor: R$40,00
Vagas Limitadas (20 participantes) – Inscrições Abertas!
Local / Informações / Inscrições: Rua Paissandu, 362 - Laranjeiras – Rio de Janeiro
Tel: 2551-6215 / 2552-6393
e-mail: eco@recicloteca.org.br

quinta-feira, 5 de março de 2009

Hora do Planeta

Junte-se a nós agora!
O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global. Muitos países como Austrália, França, Estados Unidos e China já se juntaram ao movimento. No Brasil, a Hora do Planeta já conta com a adesão oficial da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com o prefeito carioca, Eduardo Paes, serão desligadas as luzes de ícones da cidade, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana.Além da Prefeitura do Rio de Janeiro e do Ministério do Meio Ambiente, a Hora do Planeta recebeu a adesão de autoridades e representantes de diversos segmentos sociais, entre eles os atores Camila Pitanga, Victor Fasano, Cynthia Howlett e Reynaldo Gianecchini. Você também pode participar. Sábado, 28 de março, às 20h30.Em 2009, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.Participe você também. É simples. Apague as luzes da sua sala.

Conserve o seu planeta. Ainda dá tempo.O ano de 2009 é crucial para o futuro do planeta, pois os países precisam assinar um acordo internacional com medidas para combater o aquecimento global. Será um ano de mobilização para que os países finalmente assinem, na 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, na Dinamarca, um acordo para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa.No Brasil, o desmatamento das nossas florestas – principalmente Amazônia e Cerrado –, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal causador do aquecimento global. No entanto, as emissões de outras fontes, como agricultura, energia elétrica, entre outras, não devem ser menosprezadas dentro de um caminho de desenvolvimento limpo.

Fonte: WWF-Brasil

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Espião Ambiental (O Globo)

O jornal "O Globo" de hoje publicou uma reportagem sobre um satélite que parte hoje para investigar o destino do principal gás do efeito estufa. De acordo com a reportagem, trinta bilhões de toneladas de dióxido de carbono são lançadas na atmosfera a cada ano devido à queima de combustíveis fósseis.

Leia mais na página 17.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A dieta do clima

(Publicado no Jornal O Globo, 11/2/2009 - Caderno Ciência - pág. 28)
Coma menos carne e combata o aquecimento Das centenas de dietas criadas nos últimos anos esta, certamente, é a mais politicamente correta de todas: siga seus preceitos e ajude a salvar o planeta do aquecimento global. De quebra, ganhe uma vida mais saudável e, quem sabe, alguns quilos a menos.É a dieta com baixos teores de carne vermelha, no máximo 400 gramas por semana.Se for adotada no mundo todo, calculam especialistas, a redução de emissões de gases-estufa seria da ordem de 10%, uma economia de nada menos que US$ 20 trilhões nos custos do combate às mudanças climáticas — cerca da metade do valor total necessário para tal tarefa em 2050.A diminuição da criação de animais seria uma forma natural de diminuir as emissões e reduzir os investimentos em outras formas mais caras de combate aos poluentes.O estudo realizado por especialistas da Agência de Impacto Ambiental da Holanda concluiu que os hábitos alimentares modernos — calcados numa dieta muito rica em carne vermelha — têm um impacto significativo no aquecimento do planeta.E a redução do consumo de carne bovina, de porco, de frango e ovos criaria um novo sorvedouro de dióxido de carbono.Pode não parecer óbvio de imediato, mas a criação extensiva de animais tem um grande impacto no clima. Em primeiro lugar, porque quanto mais a dieta global for baseada no consumo de carne, maior terá que ser a criação e, portanto, a área que deixaria de ser ocupada por vegetação — que, naturalmente, absorve carbono.A flatulência dos bois e o metanoAlém disso, para alimentar os animais, há uma ampliação no cultivo de grãos, o que geralmente demanda o uso de energia geradora de emissões poluentes. Para se ter uma ideia, a produção de um único quilo de carne bovina demanda o gasto de 15 quilos de grãos e 30 quilos de forragem.Por último, mas não menos importante, há a questão da flatulência.O principal gás expelido pelos extensos rebanhos mundiais é o metano — um dos principais responsáveis pelo efeito estufa.O grupo responsável pelo novo estudo, coordenado por Elke Stehfest, calculou o impacto do consumo de carne no custo da estabilização dos níveis de CO2 na atmosfera em 450 partes por milhão — um padrão que, segundo muitos cientistas, é necessário para prevenir graves alterações climáticas, como secas frequentes e elevação do nível dos mares.Se os hábitos alimentares não se alterarem, em 2050, para alcançar esse nível de dióxido de carbono, as emissões teriam que ser reduzidas em dois terços , o que custaria aproximadamente US$ 40 trilhões.Mas, se a população mundial passar a seguir uma dieta pobre em carne vermelha — definida como 70 gramas de carne bovina e 325 gramas de frango e ovos por semana — cerca de 15 milhões de quilômetros quadrados de área ocupada pela criação de animais seria liberada para vegetação.As emissões de gases do efeito estufa seriam reduzidas em 10% com a queda do número de animais. Juntos, esses impactos reduziriam em 50% os custos do combate às mudanças climáticas em 2050.Os cientistas sugerem que, para ajudar os consumidores, o custo ambiental da carne — ou o volume de emissões de CO2 e metano por porção — seja incluído nos rótulos.